terça-feira, 8 de novembro de 2011

Forte apelo do Papa para parar a prostituição ea pornografia na Internet.



VATICANO, 07 de novembro, 11 / 10:42 ( ACI / EWTN Notícias ) papa disse nesta manhã que é hora de parar de prostituição e pornografia na Internet, em seu discurso ao novo embaixador alemão a Santa Sé , Reinhard Schweppe.

O Santo Padre referiu-se à objetivação da mulher na sociedade e notou que ele é "um olhar crítico através de tendências materialistas e hedonistas parece se espalhar principalmente no mundo ocidental."
O Papa advertiu que "uma relação que leva em conta que homens e mulheres têm igual dignidade é um delito grave contra a humanidade."
Por isso, frisou, "é hora de parar de prostituição vigorosamente, e a ampla divulgação do conteúdo material erótico e pornográfico, inclusive através da Internet."
"A Santa Sé disse que o papa vai se comprometer com a necessária intervenção da
 Igreja Católica na Alemanha contra esse tipo de abuso se torna mais clara e precisa. "
Bento XVI também se referiu à contribuição da Igreja Católica para o mundo ", isto é certo que foram não só as comunidades culturais de várias maneiras e em diferentes países, mas foram formadas, por sua vez, também pelas tradições de cada uma dessas nações. "

Defesa da dignidade de cada ser humano

A Igreja disse que o papa "está consciente de saber, através de sua fé, a verdade sobre o ser humano e, portanto, forçado a comprometer-se a defender os valores que são universalmente válidas, independentemente de culturas" .
"Felizmente, uma parte fundamental dos valores humanos em geral tornaram-se o direito positivo em 1949, a Constituição alemã ea Declaração dos Direitos Humanos após a Segunda Guerra Mundial."
Hoje ", no entanto, alguns valores fundamentais da vida são trazidos de volta para discussão e são valores que sustentam a dignidade do ser humano como tal", disse ele.
É aqui, o Papa Bento XVI observou que "onde a Igreja reconhece o dever além do domínio da fé, para defender a nossa sociedade a verdade, e os valores em risco."
"Nesse sentido, nós, que pode julgar, para não mencionar um argumento importante, se um indivíduo é ea pessoa ou a pessoa ainda é Compete-nos muito menos o direito de manipular os seres humanos ou, por assim dizer, de "os seres humanos fazem."
O Papa disse que "só uma sociedade que respeita e defende incondicionalmente a dignidade de cada pessoa, da concepção à morte natural pode ser chamado de humano."
"Se a Santa Sé considera a legislação sobre questões-chave relacionadas com a dignidade da pessoa, como acontece hoje em muitas áreas da existência pré-natal de um ser humano não é, indiretamente, impor sua fé aos outros, mas para defender os valores que são evidentes para todos, no que diz respeito a ser uma pessoa ".
O Papa agradeceu a recepção que teve em sua recente viagem à Alemanha em setembro e também agradeceu ao governo pelo trabalho da Igreja ", que tem na Alemanha possibilidades para ação", ambas de anunciar o Evangelho e ajudar as pessoas em dificuldade, através de instituições sociais e de caridade ", cujo trabalho acaba por beneficiar todos os cidadãos."

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Baixa fertilidade e baixo crescimento econômico A importância social do casamento e da família


ROMA, domingo, 23 de outubro de 2011 (ZENIT.org)) – A redução do número de nascimentos e de casamentos terá impacto significativo na economia e na sustentabilidade das políticas assistenciais e de segurança social. Esta é a advertência de The Sustainable Demographic Dividend: What Do Marriage & Fertility Have To Do With the Economy? [O dividendo demográfico sustentável. O que o casamento e a fertilidade têm a ver com a economia?, n.d.t.], documento publicado pelo Social Trends Institute e financiado por organizações de famílias e universidades.
Social Trends Institute é um organismo de pesquisas sem fins lucrativos, com sede em Barcelona e em Nova Iorque, que estuda quatro temáticas: família, bioética, cultura & estilos de vida e governo corporativo.
A prosperidade das economias aumentará ou diminuirá conforme o tratamento dado às famílias, diz o informe, indicando duas grandes tendências que preocupam:
Primeira: a população idosa e dependente está sofrendo um aumento brusco, enquanto a população em idade de trabalho está estancada ou diminui em muitos países desenvolvidos.
Segunda: o número de crianças em famílias de pais casados está se reduzindo com rapidez.
O termo demographic dividend, do título do informe, foi utilizado por alguns economistas para explicar a aceleração do crescimento econômico nos países asiáticos em que o aumento demográfico caiu bruscamente. O freio demográfico teria liberado recursos para estimular o crescimento econômico.
Este dividendo é, em realidade, um empréstimo, que precisa ser devolvido. O estancamento econômico do Japão nos últimos anos se deve em parte à baixa fertilidade registrada a partir dos anos 70, segundo o informe.
A experiência japonesa é uma advertência para a China, que viu sua taxa de natalidade cair abaixo do limite de substituição nos anos 90. Muito provavelmente, o gigante chinês terá uma redução do crescimento econômico nas próximas décadas, devida à redução da sua força de trabalho.
Qualidade
As economias estarão sob pressão não só por causa da redução dos trabalhadores, mas também devido à qualidade reduzida. O casamento está em declive em muitos países. O conjunto de divórcios, convivências e famílias de um só pai implica um grande número de crianças nascendo fora de famílias casadas. Isto acontece em muitos países europeus e na América do Norte, onde 40% ou mais nascem de pais não casados.
O informe destaca a Suécia, onde 55% das crianças nascem de pais não casados. Apesar da ampla aceitação social da convivência e do apoio jurídico e econômico que esses casais recebem, suas famílias são muito menos estáveis do que as casadas. Os filhos de casais não unidos em matrimônio têm probabilidade 75% maior de que seus pais se separem antes que eles cheguem aos 15 anos de idade.
As crianças criadas por um só dos pais também têm probabilidades 50% superiores de desenvolver problemas psicológicos, com drogas, alcoolismo, tentativas de suicídio ou suicídio consumado.
A pesquisa mostra que os filhos de famílias instáveis têm menos probabilidades de sucesso nos estudos e no trabalho, e que os homens casados que permanecem casados trabalham mais e ganham mais.
Segundo o informe, “os países que têm uma cultura matrimonial relativamente mais forte, como a China, a Índia e a Malásia, provavelmente terão dividendos de longo prazo”. Mas, infelizmente, muitos países não se encontram nesta posição afortunada.
Propostas
O informe não é de todo pessimista. Propõe:
- Maior apoio às empresas familiares, agrícolas ou não, que garantam mais estabilidade econômica às famílias.
- Ajudar os jovens a conseguir emprego seguro e duradouro, evitando o trabalho ocasional ou por contrato. Um trabalho seguro permite começar uma família e ter filhos.
- Habitação a custos razoáveis. Os elevados preços dos imóveis se associam a taxas de fertilidade baixas em todo o mundo.
- Flexibilidade para as mulheres que preferem combinar as responsabilidades familiares com o trabalho, para poderem fazê-lo sem deixar o emprego ou a jornada completa.
- Os governos deveriam apoiar o casamento e educar as pessoas sobre as suas vantagens, bem como sobre as desvantagens das uniões informais.
- Incentivar a poupança entre os jovens e dar mais apoio financeiro aos casais com filhos.
- Fazer um esforço para “polir” a cultura contemporânea contrária à família e promotora da promiscuidade.
- Os governos deveriam respeitar a contribuição positiva que a religião pode dar à família.
O papa Bento XVI falou recentemente da importância do casamento. Falando a um grupo de jovens noivos em Ancona, Itália, ele os encorajou a enfrentar os desafios que a cultura de hoje impõe à fidelidade matrimonial.
“A estabilidade da sua união no sacramento do matrimônio permitirá aos seus filhos crescerem confiados na bondade da vida”, afirmou o papa. “Fidelidade, indissolubilidade e transmissão da vida são os pilares de toda família, verdadeiro bem comum, patrimônio precioso para toda a sociedade”.
Um conselho não só religioso, mas também econômico.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

“Família sem futuro é sociedade sem futuro”



Entrevista com o presidente do Instituto de Política Familiar
MADRI, quinta-feira, 15 de setembro de 2011 – A Espanha registrou, em 2010, três rupturas em cada quatro casamentos. O Instituto de Política Familiar alertou recentemente que, se continuar a tendência a aumentar o número de rupturas familiares e diminuir o número de casamentos, em breve haverá tantas rupturas quanto casamentos.
Seu presidente na Espanha, Eduardo Hertfelder, adverte, na seguinte entrevista concedida a ZENIT, que o país avança rumo a uma “sociedade egoísta e individualizada”. “Famílias fortes e estáveis geram uma sociedade forte e estável; família sem futuro é sociedade sem futuro”, afirma.
ZENIT: Dentro de alguns anos, realmente poderia haver, na Espanha, tantas rupturas como casamentos?
Eduardo Hertfelder: A tendência é que cada vez haja menos casamentos. Passamos de 220 mil a 170 mil nos últimos 20 anos. Desde 2000, perdemos 45 mil casamentos. Por outro lado, está aumentando a ruptura familiar como os divórcios.
Portanto, neste momento, já estamos falando de 170 mil casamentos e 125 mil rupturas.
Se estas duas tendências não diminuírem – ou seja, se diminuírem os casamentos e aumentarem as rupturas –, as duas linhas vão convergir. De fato, nas Canárias já houve mais rupturas que casamentos em 2010.
ZENIT: Que consequências tem o aumento da taxa de ruptura por casamento?
Eduardo Hertfelder: Consequências nefastas para os cônjuges: a ruptura produz um drama, causa problemas psicológicos, entre outros fatores.
É um drama para os filhos, que passam a viver em famílias desestruturadas. Os estudos nacionais e internacionais indicam que os maiores prejudicados são os filhos.
A partir desse momento, os filhos começam a ver que a fidelidade, a entrega, o sacrifício não têm validez, porque as pessoas que mais amam – seus pais – não o viveram, e não consideram que estes serão valores para transmitir amanhã a outra pessoa.
Se não viveram nem a fidelidade, nem a entrega... não o farão amanhã, quando tiverem um projeto de vida.
Depois, isso traz consequências negativas para a sociedade, porque vamos vivendo em uma sociedade mais desestruturada, mais individualista, na qual, não tenho relações, porque as famílias estão destruídas, acabo me preocupando mais comigo mesmo, uma sociedade mais egoísta.
Caminhamos rumo a uma sociedade com problemas para os pais, os filhos e a sociedade, uma sociedade egoísta e individualizada.
ZENIT: Em sua opinião, a que se deve esta tendência?
Eduardo Hertfelder: Há muitas causas e seria muito simplista reduzi-la a uma só causa.
Em primeiro lugar, está a causa de tipo cultural: transmitiram-se ideias que penetraram, como a de que, diante da crise, a única solução é a ruptura; não existe o dar-se uma segunda oportunidade.
Foi-nos transmitido também que a fidelidade e a indissolubilidade são uma utopia, que o casamento é uma questão de afetividade exclusivamente e, quando acaba, posso mudar, que é um contrato, que em um dado momento posso anular.
De fato, atualmente, na Espanha, é mais fácil anular este contrato matrimonial que o contrato com uma operadora de telefones celulares.
É preciso permanecer 18 meses em fidelidade a uma companhia telefônica, por exemplo, enquanto, com a lei do divórcio expresso, a pessoa pode se divorciar em três meses.
Além das causas de índole cultural, existem as de índole jurídica: na Espanha, não há lei de família, de prevenção e mediação familiar, nem de natalidade, mas sim uma lei que potencia a ruptura.
Não temos legislações de apoio à família, mas regressivas, legislações antifamiliares.
Na Espanha, há problemas estruturais, laborais, há um déficit de conciliação de vida familiar e laboral, em que os horários de trabalho são cada vez mais longos.
Frequentemente, os dois cônjuges trabalham, chegam tarde a casa e não há tempo para comunicar-se com os filhos nem entre eles; há uma falta cada vez maior de comunicação no casal.
Por outro lado, existem questões de índole econômica: a Espanha é o país – dos 27 países da União Europeia – que menos ajuda a família, em todos os sentidos: econômico, estrutural, de leis, de medidas etc.
Em conclusão, causas culturais e de cunho legislativo, econômico e trabalhista estão incidindo em que haja cada vez menos casamentos e mais rupturas.
ZENIT: Que propostas existem para lutar contra esta tendência?
Eduardo Hertfelder: Incidir, em primeiro lugar, na derrogação da lei do divórcio expresso, pelo seu caráter regressivo, e potencializar os centros de orientação familiar seriam as duas grandes medidas.
Uma lei tem de resolver problemas, mas o que fez, em apenas cinco anos, foi duplicar o número de divórcios na Espanha, passando de 50 mil a 100 mil.
É uma lei absolutamente má. Não tem comparação em todo o mundo ocidental, porque introduz três características: a possibilidade do divórcio, de forma unilateral, sem nenhuma causa imediata. Legalizou-se o direito ao repúdio na Espanha.
Com relação aos centros de orientação familiar (COF), eles ajudam as famílias a superar os conflitos. Mas, até agora, com exceção dos centros de iniciativa privada, como os COF diocesanos, houve um descuido no âmbito público, de administração.
Foram ignoradas as recomendações do Conselho da Europa, que leva mais de trinta anos instando a criar tais organismos.
ZENIT: Por que lutar pelo casamento?
Eduardo Hertfelder: Porque é a base da sociedade. Pensemos somente em uma sociedade sem família, sem casamentos: seria uma sociedade de indivíduos solitários, amorfa, na qual não haveria relação entre as pessoas e somente o Estado educaria, legislaria e determinaria o que é bom ou mau, segundo OS seus interesses.
A história demonstra que a família é a célula básica da sociedade, a que transmite vida, a primeira escola. A primeira coisa que uma criança diz é “papai” e “mamãe”; ela não diz “Zapatero” ou “Aznar”.
Na família, ensinam-se os valores, as virtudes, a generosidade, a entrega, a doação e, graças a isso, se aprende a estar na sociedade.
Dizer família é dizer futuro; sem ela, não haveria futuro nem sociedade. Famílias fortes e estáveis geram uma sociedade forte e estável. Família sem futuro é sociedade sem futuro.
Fonte: Zenit

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Estudo comprova: casamento feliz faz bem ao coração.



União satisfatória aumenta em três vezes a chance de sobrevivência a longo prazo após cirurgias de pontes de safena, indica pesquisa americana



Estar em um casamento feliz faz bem ao coração. É o que mostra uma pesquisa americana publicada no periódico especializado Health Psychology, da American Psychological Association. De acordo com o estudo da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, pessoas casadas têm até três vezes mais chances de permanecerem vivas 15 anos após uma cirurgia de revascularização cardíaca, também conhecida como ponte de safena ou mamária.
"Existe algo em um bom relacionamento que ajuda as pessoas a permanecerem no curso da vida", diz Kathleen King, coordenadora da pesquisa. Segundo Harry Reis, coautor do estudo, o efeito da satisfação no casamento é tão importante para a sobrevivência após a cirurgia quanto outros fatores de risco, tais como tabagismo, obesidade e hipertensão.
Mas o casamento desempenha vantagens diferentes para homens e mulheres. Para eles, o matrimônio está relacionado a altas taxas de sobrevivência — quanto mais satisfatória a relação, maior será a sobrevivência. Para as mulheres, a qualidade do enlace é ainda mais importante. Enquanto casamentos infelizes não fornecem praticamente nenhum benefício à sobrevivência, os relacionamentos satisfatórios aumentaram em quase quatro vezes as chances da mulher sobreviver. "A recompensa da felicidade conjugal é mais forte nas mulheres. Por isso, elas devem buscar essa felicidade para terem a recompensa na saúde", diz Reis.
Pesquisa - No estudo, foram avaliadas 225 pessoas que fizeram uma cirurgia de ponte de safena entre 1987 e 1990. Todos os casados foram questionados sobre sua satisfação com o casamento um ano após a cirurgia. Houve ainda ajuste de idade, sexo, educação, casos de depressão, tabagismo e outros fatores que afetam a sobrevivência para doenças cardiovasculares.
Quinze anos após a cirurgia, 83% das esposas felizes ainda estavam vivas, frente a 28% das que eram infelizes no casamento e 27% das solteiras. O índice de sobrevivência para os maridos felizes também foi de 83%. Mas aqueles nem tão felizes assim também tiveram taxas elevadas. Homens em uniões não muito satisfatórias tiveram um índice de sobrevivência de 60%, significativamente melhor do que os 36% dos homens não casados.
"A cirurgia de ponte de safena coronária já foi vista como uma cura milagrosa para doenças cardíacas", diz King. "Mas agora nós sabemos que para a maioria dos pacientes, os enxertos são temporários, e ainda mais suscetíveis a entupimentos e doenças do que as artérias naturais do local." No estudo, os autores citam ainda pesquisas anteriores que apontam que pessoas que têm um casamento com baixa hostilidade são menos suscetíveis a um tipo de inflamação relacionada às doenças cardíacas. 
fonte: Veja.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Teologia do Corpo de João Paulo II é essencial para compreender a sexualidade.


DENVER, agosto 11/12  Em entrevista à ACI Prensa, o Bispo Jean Laffitte, Secretário do Conselho Pontifício para a Família , advertiu a tendência atual de concentrar demais no aspecto sexual do "Teologia do Corpo", desenvolvido pelo Bem-aventurado João Paulo II , que corre o risco de eliminar a profundidade e mistério do amor divino e humano.

"O problema é que se você se concentrar apenas no sexo não pode ir mais longe e não consegue ver que essa beleza é um dom do Criador, mas em um contexto muito mais amplo", disse o bispo.
No diálogo de 3 de agosto, o Bispo Laffitte refere ao debate em curso sobre como interpretar os ensinamentos do Papa lembrou, acrescentando que é essencial primeiro entender o propósito de Deus ao criar o homem ea mulher.
Os ensinamentos de João Paulo II sobre o amor humano e a sexualidade foram desenvolvidos durante o seu pontificado na generais audiências na quarta-feira entre 1979 e 1984, uma contribuição sem precedentes para a história da Igreja .

Sexualidade e do Corpo

Laffitte bispo também disse a CNA que, embora seja normal sentir-se atraídos pela "beleza da sexualidade e do corpo humano", não concorda em enfatizar "o fenômeno sexual" sem dar toda a perspectiva de "o mistério da criação e o mistério do chamado de Deus através do amor humano ", como ensinado por João Paulo II.
O prelado do Vaticano disse que depois de criar Adão e Eva do nada, Deus poderia ter usado o mesmo método para criar todas as outras pessoas na história humana. No entanto, dada a sexualidade masculina e feminina a participar na obra criadora da vida do homem.
"O Criador quis que o homem ser o seu mediador no ato de criação. Isso é extraordinário. Desde aquela época, em Sua intenção providencial, o homem ea mulher que ele criou seriam os mediadores através de quem Ele daria a vida ", disse.
"Esse é o mistério da sexualidade", disse o bispo, "a expressão do amor divino e humano são integrados"
Portanto, disse ele, "é impossível isolar a sexualidade" de que a integração e "isolar o corpo de todo esse mistério", porque isso seria "isolar a criança do seu Criador."
Laffitte  também disse a CNA que o mistério do sexo inclui "não só a unidade dos corpos", mas uma unidade de corpos ", que são inspirados por Deus e exprime o amor espiritual."   
"Quando o Papa João Paulo II fala sobre o corpo que é o que temos que entender ", disse ele.
O Secretário do Pontifício Conselho observou ainda que a "Teologia do Corpo"  do que foi originalmente chamado de "O Catecismo do amor humano. "

"Ele (João Paulo II) estava falando sobre o amor humano e não apenas focada em parte do corpo e da sexualidade, que no final é uma expressão física do amor", disse o bispo.
"Certamente, o corpo tem uma dimensão teológica, mas essa dimensão é dada pelo plano do amor de Deus e que na natureza do homem e da mulher, pertence ao cumprimento dessa finalidade."

Ensinamentos sobre a sexualidade no mundo moderno

Depois de elogiar a intenção de popularizar os ensinamentos de João Paulo II sobre a sexualidade humana, o bispo advertiu de "riscos", para transmitir uma visão diminuída deles.
Portanto, enfatizou que hoje mundo de amor, sexualidade humana e foram "distorcidos" e os ensinamentos da Igreja sobre esta questão deve ser divulgada como um meio de evangelização, acessível a todos.
Em resposta àqueles que dizem que o filosófico e antropológico usa o Papa falecido em seus ensinamentos são muito complexos para a pessoa média, o Bispo disse Laffitte CNA que qualquer "boa-fé pode sempre ser sensível ao mistério."
"Mesmo quando uma pessoa não pode ler ou escrever, quando ele se apaixona por alguém entra um mistério extraordinário", disse ele. Não importa o nível de conhecimento intelectual do indivíduo, pois "tem a mesma experiência" que tem muito educado quando alguém está apaixonado.
Monsenhor Jean Laffitte também alertou sobre uma abordagem "vulgar" para a discussão da sexualidade humana no contexto dos ensinamentos da Igreja. "O homem e a mulher pecaram", disse "e os nossos corpos sofrem as conseqüências dessa ferida na nossa natureza."
O bispo disse que é "irreal" pensar que podemos discutir ou abordar a questão da sexualidade humana casualmente ou indiferente, ou ignorar a realidade do pecado.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

SÃO JOAQUIM E SANTA ANA: O ÍCONE DO AMOR CONJUGAL.




Vários anos atrás, enquanto estava dando um passeio por uma  igreja bizantina, avistei um ícone grande e proeminente de um casal se abraçando. Olhando mais de perto, percebi que havia uma cama de casal por trás deles. Ficou claro que este era um retrato belo e  casto do amor e da união  conjugal. Claro, com meu grande interesse na Teologia do Corpo e da história do "simbolismo esponsal" na Igreja, eu queria saber a história por trás deste "ícone do amor conjugal" na teologia oriental.

"Você sabe quem são, não é?" perguntou o padre. "Não, eu não." "Estes são Joaquim e Ana", disse ele. "Você sabe como  nós chamamos este ícone?   "Não, eu não", respondi, com interesse em aprender. "A Imaculada Conceição". Eu estava cheio de um sentimento de admiração e também com profunda gratidão pela "santa ousadia" freqüentemente encontrados na tradição oriental teológica.

Para ser honesto, eu nunca tinha tido  qualquer pensamento para a realidade de Joaquim e sua união amorosa com Ana. Se eu pensasse em tudo sobre o "vir a ser" de Maria na sua Imaculada Conceição, a palavra "concepção" me fez pensar em termos de que o evento milagroso no ventre de Ana, quando os méritos cheio de morte e ressurreição de Cristo foram aplicados " antecipadamente "a Maria desde o primeiro instante de sua existência (cf. CIC 491-492).

 Mas em termos da união de Joaquim e Ana, que precedeu o evento biológico e teológico da concepção de Maria, eu nunca considerei. No entanto, aqui, neste ícone sagrado - sem o conhecimento de a maioria de nós no Ocidente "a tradição da Igreja Oriental mantém-se a união do amor casto de Joaquim e Ana como o principal símbolo para a contemplação do mistério da Imaculada Conceição.

À  que nos leva este ícone? Que devemos respeitar o véu importante que envolve o mistério de Joaquim ao abraçar Ana, como este ícone faz. este ícone nos leva a considerar é a possibilidade de verdadeira santidade e virtude no abraço conjugal, não só como uma idéia intelectual, mas como uma experiência vivida. A união conjugal de Joaquim e Ana, como castamente retratado no ícone sagrado da Imaculada Conceição, deve ajudar todos os casais casados ​​a aspirar a uma vida íntima que é "cheia de graça". O ato conjugal em si, João Paulo II diz-nos, como expressão consumada do sacramento do matrimônio, é para ser uma expressão e participação na "vida" segundo o Espírito "(Teologia do corpo 101:6 ver), que é , na própria vida da Santíssima Trindade.

Claro que, se é  esta "cheia de graça" a realidade é tornar-se uma experiência vivida para os casais e não apenas uma idéia intelectual, devemos estar dispostos a passar por uma "plena purificação", como o Beato João Paulo II nos coloca (ver Teologia do Corpo 116: 3).    . Somos purificados pelo fogo, e que o fogo pode "queimar" em várias estações de nossa vida com grande intensidade. Certamente, Joaquim e Ana não eram estranhos a esse caminho de purificação.

Desde que eu o descobri, o ícone sagrado da Imaculada Conceição se tornou um dos meus tesouros favoritos do Oriente. Contemplando o amor casto de Joaquim e Ana levou-me ainda mais, para usar palavras Beato João Paulo II, para ser "cheia de veneração para os valores essenciais da união conjugal .... do ato conjugal".  Ele levou-me a apreciar mais profundamente o fato de que o ato conjugal "tem em si o sinal do mistério divino da criação e da redenção" (Teologia do Corpo  131:5).

Este 26 de julho, quando celebrarmos a festa dos Santos Joaquim e Ana, que possamos ser preenchidos com grande veneração para o seu casamento, e para  não temermos a "plena purificação" necessária para seguir o seu exemplo. Amém.


Christopher West